
O maior sábio da Terra é o que compreende e reconhece sua própria ignorância.
Todos nós, encarnados neste planeta, temos como grande missão o aprendizado e este se dá pela experimentação e observação.
Em todo processo de experimentação existe os acertos e os erros que levarão à compreensão e outras buscas.
Em um processo como este, como julgar o certo e o errado, o bom ou o mal?
Finalmente compreendi o que os Mestres citam como não existindo diferença entre bom e mal. Estes valores tornam-se relativos quando tratamos de metodologias próprias para nosso próprio aprendizado.
Dentro do princípio máximo de respeito ao livre arbítrio, como podemos julgar nosso caminho quando a ignorância por vezes nos faz cegos a outras alternativas?
E o que dirá então dos caminhos e alternativas vislumbradas por outros?
É certo que devemos usar nosso discernimento para tentar alcançar nossas respostas buscando interferir minimamente na liberdade de nossos semelhantes, sem, todavia esquecer que estamos todos interligados.
Assim como nós fazemos parte da inteligência e experiência coletiva, afetando o todo, o inverso também acontece.
Questão complexa? No momento, é o que acho...
Mas a partir dela, virão novas reflexões e compreensões.
No rol de novas compreensões, espero a inclusão da compreensão de meus companheiros de jornada e a evolutiva supressão do julgamento.
Sinto que este é o caminho para um aprendizado mais profundo, que deverá superar as barreiras do indivíduo para a verdadeira união, para o verdadeiro coletivo.
Pensando bem, as barreiras que nos separam e geram violência podem ser todas entendidas como tendo uma única raiz: o julgamento.
Como enfatiza o genial Hermeto Paschoal no universo da música: "Quem não sabe acompanhar não sabe solar".
Eu complemento o raciocínio (se bem que ele já é essencial): "Quem não sabe acompanhar não sabe Solar".
Só brilharemos, irradiando nosso Divino, no momento que conseguirmos abandonar nosso ego.
Só então teremos condições de nos entregar verdadeiramente à experiência da integração espiritual.
Só então poderemos nos sentir completos.
Paz profunda e discernimento,
Mestra Brisa
Todos nós, encarnados neste planeta, temos como grande missão o aprendizado e este se dá pela experimentação e observação.
Em todo processo de experimentação existe os acertos e os erros que levarão à compreensão e outras buscas.
Em um processo como este, como julgar o certo e o errado, o bom ou o mal?
Finalmente compreendi o que os Mestres citam como não existindo diferença entre bom e mal. Estes valores tornam-se relativos quando tratamos de metodologias próprias para nosso próprio aprendizado.
Dentro do princípio máximo de respeito ao livre arbítrio, como podemos julgar nosso caminho quando a ignorância por vezes nos faz cegos a outras alternativas?
E o que dirá então dos caminhos e alternativas vislumbradas por outros?
É certo que devemos usar nosso discernimento para tentar alcançar nossas respostas buscando interferir minimamente na liberdade de nossos semelhantes, sem, todavia esquecer que estamos todos interligados.
Assim como nós fazemos parte da inteligência e experiência coletiva, afetando o todo, o inverso também acontece.
Questão complexa? No momento, é o que acho...
Mas a partir dela, virão novas reflexões e compreensões.
No rol de novas compreensões, espero a inclusão da compreensão de meus companheiros de jornada e a evolutiva supressão do julgamento.
Sinto que este é o caminho para um aprendizado mais profundo, que deverá superar as barreiras do indivíduo para a verdadeira união, para o verdadeiro coletivo.
Pensando bem, as barreiras que nos separam e geram violência podem ser todas entendidas como tendo uma única raiz: o julgamento.
Como enfatiza o genial Hermeto Paschoal no universo da música: "Quem não sabe acompanhar não sabe solar".
Eu complemento o raciocínio (se bem que ele já é essencial): "Quem não sabe acompanhar não sabe Solar".
Só brilharemos, irradiando nosso Divino, no momento que conseguirmos abandonar nosso ego.
Só então teremos condições de nos entregar verdadeiramente à experiência da integração espiritual.
Só então poderemos nos sentir completos.
Paz profunda e discernimento,
Mestra Brisa

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