Hoje o assunto é "Ídolos"!
Eu disse "é" e não "são", por uma boa razão.
Não falarei hoje sobre super heróis ou avatares.
Sobre celebridades? É... Pode ser, rsssss.
Esparramada no sofá, decidi fazer aquela busca básica por algo bem bobo na T.V., algo em que não precisasse pensar e talvez nem mesmo assistir.
Encontro então uma "pérola" (rsssss), o programa "Ídolos"!
Para quem não conhece, é uma espécie de Reality Show que busca descobrir um novo "ídolo" na música.
O divertido é que aparentemente a pré-seleção e realizada durante o programa.
Os candidatos à "ídolo" formam filas gigantescas em frente à emissora aguardando o momento de demonstrarem seu talento, ou seu "tá lento", para uma banca de jurados que decidirá quem pode prosseguir para uma segunda fase do programa, que eliminará progressivamente os pretensos cantores.
Deixando o politicamente correto de lado um pouco, é muito engraçado!
Os cantores e cantoras de chuveiro, karaokê e o que mais imaginar dão um verdadeiro show de coragem, cara-de-pau, persistência e humor.
De vez em quando até aparece alguém com talento, mas nesta fase acaba prevalecendo o cômico.
Terminei de ver o programa mais leve depois de rir tanto, pronta para uma noite de descanso mais suave...
No dia seguinte comecei a re-lembrar as tantas bizarrices que assisti.
Fiquei pensando sobre que leva uma pessoa a sujeitar-se há horas numa fila (chegam a passar a madrugada aguardando sua vez), para então estarem expostos na sua maioria a uma banca que vai expor ainda mais seu ridículo.
Esperança de fazer sucesso?
Vontade de aparecer na TV?
A bagunça com os outros candidatos antes das câmeras?
Conhecer gente famosa? (Os jurados??)
Ouvir conselhos honestos de profissionais para se aprimorar na carreira artística? (Ou quem sabe desistir de vez dela...).
Conhecer um namorado(a) entre os outros candidatos?
Sair da rotina?
Eu disse "é" e não "são", por uma boa razão.
Não falarei hoje sobre super heróis ou avatares.
Sobre celebridades? É... Pode ser, rsssss.
Esparramada no sofá, decidi fazer aquela busca básica por algo bem bobo na T.V., algo em que não precisasse pensar e talvez nem mesmo assistir.
Encontro então uma "pérola" (rsssss), o programa "Ídolos"!
Para quem não conhece, é uma espécie de Reality Show que busca descobrir um novo "ídolo" na música.
O divertido é que aparentemente a pré-seleção e realizada durante o programa.
Os candidatos à "ídolo" formam filas gigantescas em frente à emissora aguardando o momento de demonstrarem seu talento, ou seu "tá lento", para uma banca de jurados que decidirá quem pode prosseguir para uma segunda fase do programa, que eliminará progressivamente os pretensos cantores.
Deixando o politicamente correto de lado um pouco, é muito engraçado!
Os cantores e cantoras de chuveiro, karaokê e o que mais imaginar dão um verdadeiro show de coragem, cara-de-pau, persistência e humor.
De vez em quando até aparece alguém com talento, mas nesta fase acaba prevalecendo o cômico.
Terminei de ver o programa mais leve depois de rir tanto, pronta para uma noite de descanso mais suave...
No dia seguinte comecei a re-lembrar as tantas bizarrices que assisti.
Fiquei pensando sobre que leva uma pessoa a sujeitar-se há horas numa fila (chegam a passar a madrugada aguardando sua vez), para então estarem expostos na sua maioria a uma banca que vai expor ainda mais seu ridículo.
Esperança de fazer sucesso?
Vontade de aparecer na TV?
A bagunça com os outros candidatos antes das câmeras?
Conhecer gente famosa? (Os jurados??)
Ouvir conselhos honestos de profissionais para se aprimorar na carreira artística? (Ou quem sabe desistir de vez dela...).
Conhecer um namorado(a) entre os outros candidatos?
Sair da rotina?
Antes disso eu nem sabia que poderia haver tantas motivações, e certamente poderíamos discorrer sobre muitas outras mais.
Comecei o texto pensando em fazer uma crítica, mas como criticar as nossas carências?
Comecei o texto pensando em fazer uma crítica, mas como criticar as nossas carências?
Enquanto o eu inferior satiriza, Mestra Brisa humaniza.
No fundo, todo mundo quer ser notado, todo mundo quer ser amado.
Por isso tanta fantasia em torno da mídia.
No fim, percebo que até eu estava buscando algo quando encontrei "Ídolos".
Buscava aliviar o cansaço de um dia exaustivo de trabalho.
E consegui.
Não vou me recriminar pelas risadas, pelo deboche.
Não há porque sentir culpa.
De certa forma, o programa como um todo estava em busca de audiência, de pessoas que alguma forma, fosse como fosse, voltassem um pouco de seu tempo e atenção para aquelas tantas tentativas e buscas.
No fundo, todo mundo quer ser notado, todo mundo quer ser amado.
Por isso tanta fantasia em torno da mídia.
No fim, percebo que até eu estava buscando algo quando encontrei "Ídolos".
Buscava aliviar o cansaço de um dia exaustivo de trabalho.
E consegui.
Não vou me recriminar pelas risadas, pelo deboche.
Não há porque sentir culpa.
De certa forma, o programa como um todo estava em busca de audiência, de pessoas que alguma forma, fosse como fosse, voltassem um pouco de seu tempo e atenção para aquelas tantas tentativas e buscas.
Agora do riso, da pena, da compaixão, sinto a compreensão.
E desejo, com todo o Amor, que todas as pessoas encontrem o que procuram, assim como eu encontrei.
Sucesso, paz, compreensão e muito amor,
Mestra Brisa
E desejo, com todo o Amor, que todas as pessoas encontrem o que procuram, assim como eu encontrei.
Sucesso, paz, compreensão e muito amor,
Mestra Brisa










