
Demorei um pouco a escrever, pois os últimos dias tem sido de profunda reflexão e entendimento.
Após entregar-me as dores do ego conscientemente e com desprendimento, percebi que realmente não adianta tentar suprimi-lo, nem ao Ego, nem as suas imperfeições.
É melhor conhece-los, pois só se pode mudar aquilo que se conhece.
O que escondemos e suprimimos continua na obscuridade, no inconsciente.
Descobri que cada um tem seu método para transformar estes sentimentos ilusórios e negativos, uma vez que tentei sem sucesso aplicar algumas "fórmulas de auto-ajuda".
Não que não funcionem.
Funcionam sim, resta saber para quem.
No fim comecei a pensar nas cores do arco-íris todas as vezes que pensamentos violentos irrompiam agitando minha mente.
Para mim funcionou.
É nisto que insisto, devemos buscar nos conhecer, pois cada ser humano é de fato único.
Um dos métodos que experimentei me pareceu muito simples e eficaz, consiste em detectar o tipo de sentimento ou pensamento e trazer a tona o seu oposto.
Pensou em doença? Imagine imagens relacionadas á saúde, por exemplo.
Pensou em violência? Substitua por imagens e sensações de paz.
Para mim não funcionou, mas quem sabe seja um bom método para você ou alguém que você conhece?
Só experimentando para saber.
Este final de semana assisti a um filme chamado "Amor sem Fronteiras".
Se você já assistiu, deve ter compreendido porque ando tão pensativa.
Se não assistiu ainda, eu recomendo fortemente.
O filme trata de voluntários que trabalham em prol de seres humanos que vivem em locais de verdadeiro inferno sobre a Terra.
Definitivamente, não é um "filme pipoca" e suas imagens "grudam" em nossas reflexões sobre o planeta.
Fiquei pensando na loucura que é este planeta.
Em que loucura transformamos este planeta.
Da fome na África, dos massacres no Tibete aos bilhões de seres humanos enlouquecendo pela sobrevivência em desumana ansiedade e medo nas grandes cidades.
Sim, todo este sofrimento, toda essa sandice é fruto primeiro de nossos pensamentos.
Explico melhor: tudo e absolutamente todo e qualquer sofrimento nascem primeiro em nós.
O ódio de um soldado frente ao que ele considera seu inimigo não é diferente do possível ódio que sentimos diante do computador que pifou bem quando terminávamos um texto enorme.
O sentimento é o mesmo: ódio e ponto final.
Lógico que as circunstancias mudam, o soldado pode ter uma arma à mão e atirar no que considera inimigo, enquanto o digitador pode talvez atirar o computador pelos ares.
As conseqüências, os karmas são diferentes, mas o sentimento não é.
Por isso, vigiar, entender e transmutar os sentimentos, pois se no lugar do computar houvesse um ser humano, talvez as conseqüências fossem outras.
Osho fala na revolução silenciosa, a única que pode fazer diferença neste mundo, a meditação.
Após entregar-me as dores do ego conscientemente e com desprendimento, percebi que realmente não adianta tentar suprimi-lo, nem ao Ego, nem as suas imperfeições.
É melhor conhece-los, pois só se pode mudar aquilo que se conhece.
O que escondemos e suprimimos continua na obscuridade, no inconsciente.
Descobri que cada um tem seu método para transformar estes sentimentos ilusórios e negativos, uma vez que tentei sem sucesso aplicar algumas "fórmulas de auto-ajuda".
Não que não funcionem.
Funcionam sim, resta saber para quem.
No fim comecei a pensar nas cores do arco-íris todas as vezes que pensamentos violentos irrompiam agitando minha mente.
Para mim funcionou.
É nisto que insisto, devemos buscar nos conhecer, pois cada ser humano é de fato único.
Um dos métodos que experimentei me pareceu muito simples e eficaz, consiste em detectar o tipo de sentimento ou pensamento e trazer a tona o seu oposto.
Pensou em doença? Imagine imagens relacionadas á saúde, por exemplo.
Pensou em violência? Substitua por imagens e sensações de paz.
Para mim não funcionou, mas quem sabe seja um bom método para você ou alguém que você conhece?
Só experimentando para saber.
Este final de semana assisti a um filme chamado "Amor sem Fronteiras".
Se você já assistiu, deve ter compreendido porque ando tão pensativa.
Se não assistiu ainda, eu recomendo fortemente.
O filme trata de voluntários que trabalham em prol de seres humanos que vivem em locais de verdadeiro inferno sobre a Terra.
Definitivamente, não é um "filme pipoca" e suas imagens "grudam" em nossas reflexões sobre o planeta.
Fiquei pensando na loucura que é este planeta.
Em que loucura transformamos este planeta.
Da fome na África, dos massacres no Tibete aos bilhões de seres humanos enlouquecendo pela sobrevivência em desumana ansiedade e medo nas grandes cidades.
Sim, todo este sofrimento, toda essa sandice é fruto primeiro de nossos pensamentos.
Explico melhor: tudo e absolutamente todo e qualquer sofrimento nascem primeiro em nós.
O ódio de um soldado frente ao que ele considera seu inimigo não é diferente do possível ódio que sentimos diante do computador que pifou bem quando terminávamos um texto enorme.
O sentimento é o mesmo: ódio e ponto final.
Lógico que as circunstancias mudam, o soldado pode ter uma arma à mão e atirar no que considera inimigo, enquanto o digitador pode talvez atirar o computador pelos ares.
As conseqüências, os karmas são diferentes, mas o sentimento não é.
Por isso, vigiar, entender e transmutar os sentimentos, pois se no lugar do computar houvesse um ser humano, talvez as conseqüências fossem outras.
Osho fala na revolução silenciosa, a única que pode fazer diferença neste mundo, a meditação.
Meditar não é ausentar-se como muitos de nós pensam equivocadamente, pelo contrario, é estar presente, estar consciente.
Este é um trabalho que começa aos poucos e vai se intensificando cada vez mais naturalmente, até o ponto em você desperta e não há mais inconsciente a ser descoberto.
Não é que terminei novamente falando em despertar e iluminação?
Talvez por que este seja o único caminho para a transformação deste planeta.
A transformação que começa em Você!
Eu sou Mestra Brisa e lhe desejo muita lucidez, meditação e perseverança no caminho da Luz.
Amor sem fronteiras!
Namastê!
Este é um trabalho que começa aos poucos e vai se intensificando cada vez mais naturalmente, até o ponto em você desperta e não há mais inconsciente a ser descoberto.
Não é que terminei novamente falando em despertar e iluminação?
Talvez por que este seja o único caminho para a transformação deste planeta.
A transformação que começa em Você!
Eu sou Mestra Brisa e lhe desejo muita lucidez, meditação e perseverança no caminho da Luz.
Amor sem fronteiras!
Namastê!







