
As vezes me encho de Caos.
O Caos Está.
O Caos Sou Eu.
E penso: o caos entrou em mim ou eu entrei em Caos?
E como ter discernimento ou resposta, se tudo é Caos?
E o caso, se acaba no acaso que é o Caos.
Beba Caos!
O gás desprende de Caos e toca-me o Céu da boca.
Não entendo.
Não há o que entender.
Não há definição em Caos.
Haverá sensação?
O Céu da boca está de ponta cabeça.
A cabeça em forma de ponta que aponta para o Caos.
Em movimentos desordenados o Caos dança em harmonia e vê-se a vida vazia de tantas andanças em meio ao Caos.
Calo-me diante deste Caos que vomito em cores incompreensíveis e em todas as formas possíveis, pois que forma teria o Caos?
Retiro-me caoticamente pois de Caos não conheço o inicio ou fim e a mente divaga em finalmentes que jamais conhecerá.
No ocaso que jamais chegará.
Meu corpo dormente desperta-se docemente: É hora de acordar!
...
Mestra Brisa

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