
Oi amigos!
Impossível lhes contar tudo o que aconteceu em pouco mais de dez dias desde minha última postagem...
Tentarei dar-lhes um vislumbre das tantas descobertas, pesquisas, reflexões...
Certamente poderia escrever um livro sobre cada insight, mas a falta de tempo ainda é uma bola de ferro presa aos meus tornozelos...
É com este insight que começo. Apesar de ter sido o ultimo, mas talvez por isso mesmo.
Voltava para minha casa depois de um dia de trabalho intenso...
O dia já fora e as estrelas ainda não haviam despontado na cidade que iluminava-se por suas luzes artificiais.
Passageira em um ônibus seguia pela estrada pouco iluminada, em um distrito industrial.
As industrias com suas janelas iluminadas e chaminés a construir constantemente um céu de nuvens artificiais destacavam-se na paisagem obscurecida.
Do lirismo á tragédia em um mesmo golpe, me sentia a vislumbrar uma sucessão de presídios.
Grades e guardas.
Jornadas de trabalho determinadas e rígidas.
Seguia, observadora em liberdade condicional a perceber o entorno por tras dos vidros grossos da janela que ao mesmo tempo separavam e integravam duas realidades.
Tenho encarado meu ambiente de trabalho como uma escolha.
Escolha que também envolve regras, rigidez, propósito (o lucro) e recompensas por resultado.
Com muito esforço e sacrifícios pessoais eu, e a maioria de meus colegas, nos mantemos nesta estrutura onde ao menos acredito no produto final.
Assim trabalhamos por um bom relacionamento profissional, por aperfeiçoamento, por crescimento mesmo que material, mas acima de tudo por sobrevivência.
Neste dia, porém estava muito cansada... E inspirada.
Vendo tantas estruturas, e tantos seres cansados, Kardec veio à mente com sua afirmação de a Terra ser um mundo de provas e expiações.
Estaríamos todos encarcerados?
Do ônibus, uma falsa proteção á rua, chego ao meu apartamento.
Vigilância e grades.
Não era liberdade condicional?
Proteção ou prisão?
Onde termina uma coisa e começa outra?
É possível sobreviver sem comprometer a liberdade?
Ou a liberdade é uma ilusão em nosso mundo?
Afinal, temos um corpo para alimentar, senão outros dependentes e em última instancia estamos “presos” à matéria.
Lembro de novo de Madonna, living in a material world.
O homem precisa de comida, bebida, diversão e arte.
Não basta apenas alimentar o corpo, ou a mente, ou o espírito.
Entendo que quanto menos dependemos da matéria, menor o poder dos grilhões que nos prendem. Menores as frustrações.
Mas como romper com a enxurrada de expectativas sob a qual estamos desde a infância.
Trabalhando o Ego, o meu próprio Ego responderia.
Mas como fazer isso?
Não é apenas uma questão de vaidade.
É antes disso uma questão de sobrevivência.
Refletir e perceber este jogo são o início do processo, me responde Brisa.
Quem sabe o que virá depois disso... Questiona-se o Ego.
Tudo o que sei agora é que é preciso estar consciente para perceber a realidade, e estou em pleno processo de conquista de minha consciencia.
O processo que advem da conquista da consciencia, se libertario ou não, são cenas para um próximo capítulo.
Volto algo mais em minhas reflexões e puxo o fio da postagem anterior.
O "dar a outra face".
Compreendi que todas as escrituras, desde a bíblia até a este blog, estão sujeitas à interpretação de quem os lê.
Impossível compreender todas as nuances e a situação dos protagonistas a partir da simples observação da personalidade que somos.
Descrevi uma experiência bastante real, para mim, em uma das minhas postagens aqui e fui surpreendida pela análise que uma amiga fez do fato. Surpreendida porque ela notou nuances, que eu própria não havia notado, muitas das quais eram baseadas nas experiências dela, não nas minhas.
Era a minha história, mas quando ela leu, esta história já não era minha, era dela! Rssss
De tudo isso concluo, não há conclusão para as experiências Cristicas enquanto não estivermos de fato conectados e despertos na totalidade de Deus.
Mas de minha humilde ignorância, descobri que JC também não queria ficar com dois olhos roxos, mas sim induzir reflexões em seus agressores.
Estou certa de que este propósito (o da reflexão) foi muito bem atingido e foi muito mais poderoso que um olho roxo.
Bater, qualquer um bate.
Levar a refletir sobre ações já consolidades e transformar estas atitudes em algom melhor é outra história...
Mas esta conclusão foi baseada em minhas próprias vivências, a partir da personalidade que sou, rsss...
Tem mais!
Descobri por fim, com todas as células do meu corpo que o Ego é um instrumento do Eu Superior.
Ok, isso era óbvio?
Era o que eu achava até então...
Só para dar um breve gostinho:
A partir desta conclusão, descobri que o Eu Superior não é Perfeito!
Ele precisa do Ego para visualizar-se como em um espelho e assim progredir.
Alguém lembrou de Neo entrando na Matrix pelo espelho?
Pois é...
Descobri que Deus também não é Perfeito!
(Parece que um dos meus leitores caiu da cadeira e outra está me xingando...).
Já chego lá...
Descobri que sem os Desejos, esses sobre os quais reflito e que trabalhamos tanto, não há Evolução...
Que a Evolução só é possível quando existe Imperfeição.
Está caindo a ficha?
Só existe trabalho e aperfeiçoamento quando ainda é possível melhorar algo.
A perfeição é algo estático, morto.
Tem gente arrastando a canequinha nas grades.
Só um lembrete, o carcereiro também está preso!
E será que existe canequinha?
E viva a Divida Imperfeição que é a Divina Perfeição!
Psiu... Só para lembrar... Você É muito mais do que Prisioneiro e Carcerero.
Ninguém é título, tudo é passageiro até o motorista e o cobrador!
Carinho, Luz, Integração e Reflexão,
Ego e Mestra Brisa
Impossível lhes contar tudo o que aconteceu em pouco mais de dez dias desde minha última postagem...
Tentarei dar-lhes um vislumbre das tantas descobertas, pesquisas, reflexões...
Certamente poderia escrever um livro sobre cada insight, mas a falta de tempo ainda é uma bola de ferro presa aos meus tornozelos...
É com este insight que começo. Apesar de ter sido o ultimo, mas talvez por isso mesmo.
Voltava para minha casa depois de um dia de trabalho intenso...
O dia já fora e as estrelas ainda não haviam despontado na cidade que iluminava-se por suas luzes artificiais.
Passageira em um ônibus seguia pela estrada pouco iluminada, em um distrito industrial.
As industrias com suas janelas iluminadas e chaminés a construir constantemente um céu de nuvens artificiais destacavam-se na paisagem obscurecida.
Do lirismo á tragédia em um mesmo golpe, me sentia a vislumbrar uma sucessão de presídios.
Grades e guardas.
Jornadas de trabalho determinadas e rígidas.
Seguia, observadora em liberdade condicional a perceber o entorno por tras dos vidros grossos da janela que ao mesmo tempo separavam e integravam duas realidades.
Tenho encarado meu ambiente de trabalho como uma escolha.
Escolha que também envolve regras, rigidez, propósito (o lucro) e recompensas por resultado.
Com muito esforço e sacrifícios pessoais eu, e a maioria de meus colegas, nos mantemos nesta estrutura onde ao menos acredito no produto final.
Assim trabalhamos por um bom relacionamento profissional, por aperfeiçoamento, por crescimento mesmo que material, mas acima de tudo por sobrevivência.
Neste dia, porém estava muito cansada... E inspirada.
Vendo tantas estruturas, e tantos seres cansados, Kardec veio à mente com sua afirmação de a Terra ser um mundo de provas e expiações.
Estaríamos todos encarcerados?
Do ônibus, uma falsa proteção á rua, chego ao meu apartamento.
Vigilância e grades.
Não era liberdade condicional?
Proteção ou prisão?
Onde termina uma coisa e começa outra?
É possível sobreviver sem comprometer a liberdade?
Ou a liberdade é uma ilusão em nosso mundo?
Afinal, temos um corpo para alimentar, senão outros dependentes e em última instancia estamos “presos” à matéria.
Lembro de novo de Madonna, living in a material world.
O homem precisa de comida, bebida, diversão e arte.
Não basta apenas alimentar o corpo, ou a mente, ou o espírito.
Entendo que quanto menos dependemos da matéria, menor o poder dos grilhões que nos prendem. Menores as frustrações.
Mas como romper com a enxurrada de expectativas sob a qual estamos desde a infância.
Trabalhando o Ego, o meu próprio Ego responderia.
Mas como fazer isso?
Não é apenas uma questão de vaidade.
É antes disso uma questão de sobrevivência.
Refletir e perceber este jogo são o início do processo, me responde Brisa.
Quem sabe o que virá depois disso... Questiona-se o Ego.
Tudo o que sei agora é que é preciso estar consciente para perceber a realidade, e estou em pleno processo de conquista de minha consciencia.
O processo que advem da conquista da consciencia, se libertario ou não, são cenas para um próximo capítulo.
Volto algo mais em minhas reflexões e puxo o fio da postagem anterior.
O "dar a outra face".
Compreendi que todas as escrituras, desde a bíblia até a este blog, estão sujeitas à interpretação de quem os lê.
Impossível compreender todas as nuances e a situação dos protagonistas a partir da simples observação da personalidade que somos.
Descrevi uma experiência bastante real, para mim, em uma das minhas postagens aqui e fui surpreendida pela análise que uma amiga fez do fato. Surpreendida porque ela notou nuances, que eu própria não havia notado, muitas das quais eram baseadas nas experiências dela, não nas minhas.
Era a minha história, mas quando ela leu, esta história já não era minha, era dela! Rssss
De tudo isso concluo, não há conclusão para as experiências Cristicas enquanto não estivermos de fato conectados e despertos na totalidade de Deus.
Mas de minha humilde ignorância, descobri que JC também não queria ficar com dois olhos roxos, mas sim induzir reflexões em seus agressores.
Estou certa de que este propósito (o da reflexão) foi muito bem atingido e foi muito mais poderoso que um olho roxo.
Bater, qualquer um bate.
Levar a refletir sobre ações já consolidades e transformar estas atitudes em algom melhor é outra história...
Mas esta conclusão foi baseada em minhas próprias vivências, a partir da personalidade que sou, rsss...
Tem mais!
Descobri por fim, com todas as células do meu corpo que o Ego é um instrumento do Eu Superior.
Ok, isso era óbvio?
Era o que eu achava até então...
Só para dar um breve gostinho:
A partir desta conclusão, descobri que o Eu Superior não é Perfeito!
Ele precisa do Ego para visualizar-se como em um espelho e assim progredir.
Alguém lembrou de Neo entrando na Matrix pelo espelho?
Pois é...
Descobri que Deus também não é Perfeito!
(Parece que um dos meus leitores caiu da cadeira e outra está me xingando...).
Já chego lá...
Descobri que sem os Desejos, esses sobre os quais reflito e que trabalhamos tanto, não há Evolução...
Que a Evolução só é possível quando existe Imperfeição.
Está caindo a ficha?
Só existe trabalho e aperfeiçoamento quando ainda é possível melhorar algo.
A perfeição é algo estático, morto.
Tem gente arrastando a canequinha nas grades.
Só um lembrete, o carcereiro também está preso!
E será que existe canequinha?
E viva a Divida Imperfeição que é a Divina Perfeição!
Psiu... Só para lembrar... Você É muito mais do que Prisioneiro e Carcerero.
Ninguém é título, tudo é passageiro até o motorista e o cobrador!
Carinho, Luz, Integração e Reflexão,
Ego e Mestra Brisa
Mais juntos do que nunca!

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